ATHENA

Talvez, a deidade feminina mais representativa do ideal grego da racionalidade e civilidade, na paz e na guerra. Deusa da sabedoria, da coragem, da justiça e da habilidade estratégica para enfrentar o inimigo, na guerra. Nascida da cabeça de Zeus, com o auxílio de uma machadada de Hefaísto, ela já veio ao mundo adulta, armada com lança, elmo e escudo, e saudou a vida com um grito de guerra. Sua mãe, Métis,  havia sido engolida pelo pai, Zeus, pelo temor dele a uma profecia, prenunciando o grande poder do filho que iria nascer. O ressabiado pai tentou fazer com que o futuro filho fosse parte de si mesmo, tornando o rebento um aliado natural. Nasceu uma filha, com traços de comportamento tanto masculinos quanto femininos. Era também a deusa da tecelagem, e presenteava outros deuses com vestes que produzia. Nunca teve um amante, divino ou humano. Era a deusa virgem.  Ao contrário de Ares, que representava a belicosidade, nos conflitos armados, Athena era aquela que, dotada de razão e senso de justiça, lutava por causas bem definidas e justas, que fizessem jus aos possíveis danos sobrevindos com as batalhas. Com ela, razão deveria ter prioridade sobre a emoção, em situações de conflito. Algumas vezes, na mitologia, aparece como a deusa da civilização.

Reprodução da provável escultura de Fídias do séc. V a.C., Athena Parthenos, para o Templo de Palas Athena no Parthenon, em Atenas. A escultura real foi descrita, mas perdida.
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